Vintage Icons – Free Icon

A artista americana Cara, criou esse pacote com 32 ícones vintage. Ele foi disponibilizado apenas para uso pessoal, clique aqui para fazer o download deles ;)


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Coleção Archie’s Girls da M.A.C

Em 2013 a M.A.C decidiu apostar sua linha de maquiagens, em comemoração ao dia dos namorados, no famoso triângulo amoroso (Archie, Betty e Veronica) dos quadrinhos de 1950.



A linha que levou o nome de Archie’s Girls, se inspirou nas diferentes personalidades das personagens Betty e Veronica. Cada uma das garotas ganharam sua própria cartela de cores.

A doce e meiga Betty, desperta uma sensualidade mais inocente, assim sua linha teve tons mais delicados com brilhos leves e suaves.



Já a rica e ousada Veronica, ganhou tons mais quentes, intensos e marcantes.



A linha foi bem grande, cada uma delas tinha 16 itens entre esmaltes, batons, sombras, gloss, pós e lápis. Além da maquiagem, a marca também ofereceu um estojo de pincéis, espelho, nécessaire, porta moedas e uma bolsa.



E você é Betty ou Veronica? Qual linha escolheria?


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Norman Rockwell em Gotham City

Norman Rockwell foi um artista gráfico, pintor e conhecidíssimo ilustrador nos Estados Unidos por suas capas para a revista The Saturday Evening Post e por retratar a vida cotidiana de pessoas simples e comuns de pequenas cidades americanas.

O ilustrador Mark dos Santos, se inspirou nesse grande artista do passado e criou uma série de seis posters intitulada Gotham Evening Post. Os personagens americanos de Rockwell, foram reinterpretados por Mark pelas figuras de Batman, Robin, Coringa, Mulher Gato, Batgirl e Harley Quinn em cenas icônicas das artes de Rockwell.

Mark consegue combinar dois mundos distintos com muito estilo e criatividade, confira:








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Funny Face (Cinderela em Paris)

Funny Face (Cinderela em Paris - 1957) é um musical do diretor Stanley Donen (Cantando na Chuva), que ao primeiro contato pode parecer apenas um filme simples e ingênuo, mas com um olhar mais apurado pode-se observar detalhes interessantes.

Protagonizado pela encantadora Audrey Hepburn, que na época estava se estabelecendo como estrela e o veterano Fred Astaire, Funny Face é a famosa história da gata borralheira ou patinho feio, como preferir. A trama começa mostrando todo o glamour do universo da moda e a necessidade de se buscar sempre o novo.



A revista de moda Quality, dirigida pela editora chefe Maggie Prescott (kay Thompson) juntamente com o fotógrafo famoso Dick Avery (Fred Astaire) vão em busca de um novo rosto que revolucione os antigos padrões visuais, para o lançamento de uma nova edição de moda. Nessa busca eles se deparam com Jo Stockton (Audrey Hepburn), uma simples, porém intelectual atendente de uma pequena livraria situada em Greenwich Village, um bairro que nos anos 1950, era considerado como um ponto concentrado de intelectuais e boêmios de Nova York.



Já bem no início do filme a dualidade entre aparência e essência fica bem definida. A entrada de Maggie dentro de uma livraria a procura apenas de uma nova aparência para seu lançamento, se contrasta com a figura de Jo, uma jovem que adora filosofia e é totalmente avessa a moda e suas futilidades.



O fotógrafo Dick, por sua vez faz o papel de intermediador entre essas duas mulheres de personalidades fortes e diferentes. Ele consegue convencer ambas a partir do que elas ansiavam. De um lado Maggie precisava de uma new face que estrelasse sua nova coleção, do outro, Jo teria a oportunidade de viajar a Paris e conhecer o seu filósofo favorito.




No decorrer do filme, Jo e Dick vão se conhecendo melhor e se afeiçoam um pelo outro, construindo uma relação de amor apesar das diferenças de pensamentos e ideais. Na trama o conceito de transformação vai além do estético, ele permeia também a transformação do conhecimento, dos valores, de culturas e modos de pensar diferentes, e isso é mostrado através da compreensão que os personagens vão construindo ao vivenciar o modo de vida do outro.



Outro recurso para fortalecer esse conceito de transformação foi a doutrina “Enfaticalista” da qual Jo é seguidora. Essa filosofia se baseia na empatia, ou seja, a pessoa deve se colocar no lugar do outro e sentir o que o outro sente. É através dessa filosofia que a relação de cumplicidade entre Jo e a editora se dá.

O fotógrafo Dick Avery foi inspirado em um fotógrafo famoso da época: Richard Avedon, um dos percursores da arte fotográfica moderna que teve destaque por suas fotos tanto de moda, quanto artísticas e jornalísticas. Avedon foi convidado por Donen, para ser consultor visual do filme, e logo na abertura os créditos apresentam belas fotos de sua autoria. Já Kay Thompson, a editora chefe da revista, foi inspirada provavelmente em Diana Vreeland, uma vanguardista em relação aos assuntos do mundo da moda.



Observa-se também que o visual despreocupado de Jo, com cores escuras, blusões e sapatos baixos, remetem ao estilo Beatnik dos anos 1950. Vale notar que o tom escuro do seu estilo é totalmente contrário à proposta da nova coleção da Quality, em que o rosa é o tom principal.



Assim como em um conto de fadas que tudo se resolve em um final feliz, Jo e Dick ficam juntos, e de gata borralheira e patinho feio ela se torna um lindo cisne da alta costura. Entretanto, no desfile final, ela não exibe mais o rosa da revista e se estabelece como modelo mantendo seu próprio estilo, influenciando a própria Maggie e sua equipe a se vestirem de preto e branco.



A meu ver, Funny Face é mais que um romance de príncipe e princesa, é também um filme sobre a indústria da moda, comportamento, pensamento e um ótimo referencial artístico e fotográfico.


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Crie um anúncio de automóveis no estilo dos anos 1950

Ben Mounsey ama se inspirar no estilo artístico dos anos 1950, para ele as ilustrações de livros infantis, desenhos animados e a publicidade dessa época tem uma estética muito agradável.

Em 1950 os EUA viveram um momento de grandes inovações e aspirações. A tecnologia proporcionou um estilo de vida do futuro e a publicidade foi um mecanismo para disseminar um modelo ideal de família e, o que era necessário ela obter para se manter como exemplo.

Os automóveis como parte desse ideal, foram uma rica fonte de ideias criativas para alimentar esse novo estilo de vida americano. Os anúncios declaravam que com o carro certo a pessoa iria com mais conforto, velocidade e sobretudo com grande estilo a um lugar. O design dos carros eram adornados com barbatanas e entradas de motores a jato, modelos claramente inspirados em aviões e naves espaciais.

Este tutorial nos leva a um breve olhar sobre os aspectos primordiais da publicidade de automóveis da década de 1950, sobre a estética dos carros e da interpretação de seus proprietários. Ben nos ensina a criar um artwork com base no espírito dos anos 1950 e seus princípios estéticos. Para acessar o tutorial clique na imagem abaixo.




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Cápsula do tempo: fotografias coloridas de operárias na Segunda Guerra Mundial

Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo americano criou uma forte campanha de recrutamento feminino para serem operárias em usinas e fábricas de todo o país. Enquanto os homens estavam no campo de batalha, as mulheres assumiam os trabalhos braçais que cabiam a eles. Rosie The Riveter, foi a imagem icônica que representou essas trabalhadoras. O famoso cartaz “We can do it” (J. Howard Miller) foi uma forma de mobilizar muitas mulheres a deixarem seu posto de donas de casa e irem para as fábricas.

A Biblioteca do Congresso Nacional dos EUA, mantém uma impressionante coleção de fotografias coloridas feitas pelo fotógrafo publicitário Alfred Palmer, que retratam como era a vida e o cotidiano dessas trabalhadoras, durante esse período turbulento da história americana.

A curadora Beverly Brannan relata que a ideia de Roy Stryker, o homem que iniciou o projeto, era de que essas fotos fossem vistas como uma cápsula do tempo. Confira:


















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